Diário de um Ex Usuário de Drogas (Crack) e Álcool.
Meu Nome: Jorge Edison Soares. Ourinhos São Paulo.
Nascido em 16 de Maio de 1964. Natural de Jacarezinho Paraná.
(PRIMEIRA PARTE)
Nasci em Jacarezinho PR, onde meus Pais sempre moraram em sítios, nesse sitio tínhamos farturas, porém minha Família criava porcos, galinhas, frangos caipiras, e cultivava a agricultura. Quando mudamos para Ourinhos SP, eu tinha na de 4 anos de idade, e então nessa nova cidade começou uma nova história de minha vida onde estou aqui e vou contar por etapas, e vou postando parte por parte para vocês lerem meus Caros Leitores. Então peço pra vocês que fiquem a vontade, comentem e compartilhem se quiserem.
Eu fui um cara que não tive infância, adolescência e juventude. Na minha infância eu tinha como meus brinquedos, bolinhas de gude, bolas de meias, nunca tive uma bola de futebol de verdade, com o tempo fui pegando gosto pelos outros brinquedos como os, estilingues, matavam uns bichinhos tão inocentes, que esses bichinhos não faziam mal algum a ninguém, mais não entendia o porque, era uma criança sem métodos de ensinamentos do que era bom ou do que era mal, tudo que eu fazia era na pura inocência. Na minha infância, nunca tive uma festa de Aniversário, nunca ganhei um presente, nem se quer um carrinho de brinquedo daqueles de doces, nunca soprei uma velinha de bolo, alhais nunca tive um bolo nesse período. Comecei meus estudos em parquinhos municipais, onde eu ia para estudar e aprender alguma coisa, mais muitas vezes eu era excluído do meio das outras crianças que tinham uma condições melhores, condições essas que são financeiras, e então minha presença nem era notada, me tratavam com indiferenças, sofria muito. Como minha família era muito pobre e na época usamos fogão a lenha para cozinhar nossos alimentos de comer, arroz, feijão e etc, muitas vezes nem isso tínhamos, comíamos sopas de fubá com verduras. Um dia lá estava eu tão pequenino sentadinho olhando minha irmã mais velha a rachar lenhas para fazer o almoço, quando de repente o machado escapa do cabo e vem em direção da minha cabeça e rachando minha testa ao meio, fui para o hospital e lá tudo se resolveu onde levei 7 pontos. A minha idade foi se desenvolvendo e então como meu Pai era motorista viajante, e ele era muito difícil de estar na minha casa para que eu pudesse pedir suas Bênçãos, mais todos os dias eu dizia para minha Mãe na hora de se deitar, na hora que me levantava, na hora que eu ia para parquinho, na hora que eu chegava do parquinho, me dê a sua Bênção Mãe, eu sempre ouvia: Deus te abençoe meu filho. “Quantos dos jovens hoje em dia não fazem isso, não pedem as Bênçãos aos seus Pais, um dia vocês não vão ter eles mais, pensem nisso.”
Meu Nome: Jorge Edison Soares. Ourinhos São Paulo.
Nascido em 16 de Maio de 1964. Natural de Jacarezinho Paraná.
(PRIMEIRA PARTE)
Nasci em Jacarezinho PR, onde meus Pais sempre moraram em sítios, nesse sitio tínhamos farturas, porém minha Família criava porcos, galinhas, frangos caipiras, e cultivava a agricultura. Quando mudamos para Ourinhos SP, eu tinha na de 4 anos de idade, e então nessa nova cidade começou uma nova história de minha vida onde estou aqui e vou contar por etapas, e vou postando parte por parte para vocês lerem meus Caros Leitores. Então peço pra vocês que fiquem a vontade, comentem e compartilhem se quiserem.
Eu fui um cara que não tive infância, adolescência e juventude. Na minha infância eu tinha como meus brinquedos, bolinhas de gude, bolas de meias, nunca tive uma bola de futebol de verdade, com o tempo fui pegando gosto pelos outros brinquedos como os, estilingues, matavam uns bichinhos tão inocentes, que esses bichinhos não faziam mal algum a ninguém, mais não entendia o porque, era uma criança sem métodos de ensinamentos do que era bom ou do que era mal, tudo que eu fazia era na pura inocência. Na minha infância, nunca tive uma festa de Aniversário, nunca ganhei um presente, nem se quer um carrinho de brinquedo daqueles de doces, nunca soprei uma velinha de bolo, alhais nunca tive um bolo nesse período. Comecei meus estudos em parquinhos municipais, onde eu ia para estudar e aprender alguma coisa, mais muitas vezes eu era excluído do meio das outras crianças que tinham uma condições melhores, condições essas que são financeiras, e então minha presença nem era notada, me tratavam com indiferenças, sofria muito. Como minha família era muito pobre e na época usamos fogão a lenha para cozinhar nossos alimentos de comer, arroz, feijão e etc, muitas vezes nem isso tínhamos, comíamos sopas de fubá com verduras. Um dia lá estava eu tão pequenino sentadinho olhando minha irmã mais velha a rachar lenhas para fazer o almoço, quando de repente o machado escapa do cabo e vem em direção da minha cabeça e rachando minha testa ao meio, fui para o hospital e lá tudo se resolveu onde levei 7 pontos. A minha idade foi se desenvolvendo e então como meu Pai era motorista viajante, e ele era muito difícil de estar na minha casa para que eu pudesse pedir suas Bênçãos, mais todos os dias eu dizia para minha Mãe na hora de se deitar, na hora que me levantava, na hora que eu ia para parquinho, na hora que eu chegava do parquinho, me dê a sua Bênção Mãe, eu sempre ouvia: Deus te abençoe meu filho. “Quantos dos jovens hoje em dia não fazem isso, não pedem as Bênçãos aos seus Pais, um dia vocês não vão ter eles mais, pensem nisso.”
I Coríntios 13: 11-12
Quando eu era criança, falava como criança, pensava como criança, raciocinava como criança. Depois que me tornei adulto, deixei o que era próprio de criança. Agora vemos como em espelho e de maneira confusa; mas depois veremos face a face. Agora o meu conhecimento é limitado, mas depois conhecerei como sou conhecido.
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