Diário de um Ex Usuário de Drogas (Crack) e Álcool.
Meu Nome: Jorge Edison Soares. Ourinhos, São Paulo.
Nascido em 16 de Maio de 1964. Natural de Jacarezinho, Paraná.
11/07/2013 (Oitava Parte).
Então nesse período que perdi meu emprego na Brahma, e ainda estava chegando os dias de me alistar para o serviço Militar (Tiro de Guerra de Ourinhos SP) eu também havia me envolvido com brigas da escola, acabei me aprofundando no álcool e na maconha, e tudo isso acontecendo e meus Pais não sabiam que eu usava a maconha, pensavam que era só as bebidas, no entanto meu Pai também perdeu o emprego na época de caminhoneiro e veio pra casa definitivo, até então ele logo que veio de volta conosco, ele conseguiu uma vaga de motorista em uma cerâmica aqui da cidade de Ourinhos SP, vaga essa de puxar argila (barro de fabricar telhas, tijolos, etc...) e assim continuamos a viver mesmo sem condições financeiras, mais o pouco que tínhamos dava para nos mantermos e só, para que eu não fosse isolado na solidão, eu fui trabalhar com o meu cunhado de ajudante de pedreiro, trabalhei um bom tempo com ele nas construções civis, mais estava difícil ainda porque eu comecei a gastar dinheiro de mais com o álcool e a maconha, gastava dinheiro que muitas vezes eu nem tinha. E acabava por muitas vezes mentindo para minha Mãe, alegando que quando bebia eu perdia o dinheiro, mais era tudo mentira e gastava nas Drogas. Caros leitores, eu comecei a frequentar mais aquela praça publica direto aqui no bairro onde eu morava, todos os dias, e nessa praça eu acabei conhecendo um traficante onde que no passar do tempo esse cara me adotou, me dando coisas de valores de graça, tênis, roupas, dinheiro, bebidas e maconha a tanto que eu quisesse, e assim eu me acostumei a viver naquela vida, não ligava mais pra nada que estava acontecendo ao meu redor, quando eu vi já estava trabalhando pra esse cara, tipo vendendo Drogas(Maconha) pra ele, nossa tudo era maravilhoso, tinha dinheiro de monte, maconha a vontade, mulheres, jovens adolescentes, tudo ao meu alcance, mais só que nada disso valia a pena, eram felicidades de momentos, meu coração sempre existia um vazio uma solidão enorme, porque era mesma coisa de você ter tudo e não ter nada no mesmo tempo. Esse vazio era tão grande, mais que eu não encontrava respostas para que mudasse tudo aquilo e acabei me aprofundando mais ainda quando eu conheci e me identifiquei ao cheirar a primeira carreira de cocaína, chegando a cheirar 10 gramas de cocaína toda a noite, foi quando comecei a participar de bailes e bailes nas madrugadas da vida na época do Clube Centro Comunitário no bairro da Vila Odilon aqui em Ourinhos SP. Meus queridos Leitores, ali começou mais uma etapa de minha decadência. “Com a noite vinha a solidão porque é nas horas mais mortas que a nossa alma se põe de joelhos e começa a refletir sobre as pessoas que ama. E a solidão vinha falar de saudade. Era uma estranha nevoa coroada por uma luz que ia entrando lentamente no meu coração. Era um estranho sentimento que iria acariciando de leve a minha alma tocando os recantos mais íntimos do meu ser. Compreendi então a tristeza de estar sozinho, pois junto comigo trazia as infinitas magoas de sonhar com a ausência de ser amado.”
Meu Nome: Jorge Edison Soares. Ourinhos, São Paulo.
Nascido em 16 de Maio de 1964. Natural de Jacarezinho, Paraná.
11/07/2013 (Oitava Parte).
Então nesse período que perdi meu emprego na Brahma, e ainda estava chegando os dias de me alistar para o serviço Militar (Tiro de Guerra de Ourinhos SP) eu também havia me envolvido com brigas da escola, acabei me aprofundando no álcool e na maconha, e tudo isso acontecendo e meus Pais não sabiam que eu usava a maconha, pensavam que era só as bebidas, no entanto meu Pai também perdeu o emprego na época de caminhoneiro e veio pra casa definitivo, até então ele logo que veio de volta conosco, ele conseguiu uma vaga de motorista em uma cerâmica aqui da cidade de Ourinhos SP, vaga essa de puxar argila (barro de fabricar telhas, tijolos, etc...) e assim continuamos a viver mesmo sem condições financeiras, mais o pouco que tínhamos dava para nos mantermos e só, para que eu não fosse isolado na solidão, eu fui trabalhar com o meu cunhado de ajudante de pedreiro, trabalhei um bom tempo com ele nas construções civis, mais estava difícil ainda porque eu comecei a gastar dinheiro de mais com o álcool e a maconha, gastava dinheiro que muitas vezes eu nem tinha. E acabava por muitas vezes mentindo para minha Mãe, alegando que quando bebia eu perdia o dinheiro, mais era tudo mentira e gastava nas Drogas. Caros leitores, eu comecei a frequentar mais aquela praça publica direto aqui no bairro onde eu morava, todos os dias, e nessa praça eu acabei conhecendo um traficante onde que no passar do tempo esse cara me adotou, me dando coisas de valores de graça, tênis, roupas, dinheiro, bebidas e maconha a tanto que eu quisesse, e assim eu me acostumei a viver naquela vida, não ligava mais pra nada que estava acontecendo ao meu redor, quando eu vi já estava trabalhando pra esse cara, tipo vendendo Drogas(Maconha) pra ele, nossa tudo era maravilhoso, tinha dinheiro de monte, maconha a vontade, mulheres, jovens adolescentes, tudo ao meu alcance, mais só que nada disso valia a pena, eram felicidades de momentos, meu coração sempre existia um vazio uma solidão enorme, porque era mesma coisa de você ter tudo e não ter nada no mesmo tempo. Esse vazio era tão grande, mais que eu não encontrava respostas para que mudasse tudo aquilo e acabei me aprofundando mais ainda quando eu conheci e me identifiquei ao cheirar a primeira carreira de cocaína, chegando a cheirar 10 gramas de cocaína toda a noite, foi quando comecei a participar de bailes e bailes nas madrugadas da vida na época do Clube Centro Comunitário no bairro da Vila Odilon aqui em Ourinhos SP. Meus queridos Leitores, ali começou mais uma etapa de minha decadência. “Com a noite vinha a solidão porque é nas horas mais mortas que a nossa alma se põe de joelhos e começa a refletir sobre as pessoas que ama. E a solidão vinha falar de saudade. Era uma estranha nevoa coroada por uma luz que ia entrando lentamente no meu coração. Era um estranho sentimento que iria acariciando de leve a minha alma tocando os recantos mais íntimos do meu ser. Compreendi então a tristeza de estar sozinho, pois junto comigo trazia as infinitas magoas de sonhar com a ausência de ser amado.”
Colossenses 3:1-4
Se, portanto, ressuscitastes com Cristo, buscai as coisas lá do alto, onde Cristo está sentado à direita de Deus. Afeiçoai-vos às coisas lá de cima, e não às da terra. Porque estais mortos e a vossa vida está escondida com Cristo em Deus. Quando Cristo, vossa vida, aparecer, então também vós aparecereis com ele na glória.
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